Razões para você ir às ruas pelo #ForaBolsonaro

Motivos para pedir a destituição do pior presidente da história do Brasil não faltam. Desde que assumiu a presidência da República, ele afundou a economia, aumentou o desemprego, colocou o Brasil de volta ao mapa da fome, atacou a democracia e retirou direitos trabalhistas, entre tantas maldades praticadas por um só governante.

 

Governo genocida e negacionista

Já são quase 550 mil mortos desde que a pandemia do novo coronavírus chegou ao Brasil, em março do ano passado. Bolsonaro defende até agora o tal tratamento precoce com a prescrição de remédios ineficazes que não funcionam.  E, para piorar a situação, Bolsonaro demorou em iniciar a compra de vacinas, defendendo a “imunidade de rebanho” e  atrasando de propósito a imunização de brasileiros e brasileiras.

 

Inflação, alta nos preços dos alimentos, combustíveis, gás de cozinha e contas de luz

Nos últimos 12 meses, o índice da inflação no país chegou a 8,35%. O trabalhador perdeu o poder de compra e as famílias brasileiras estão cada vez mais endividadas. Os preços do arroz, do óleo de cozinha, entre outros alimentos, dispararam deixando o prato do brasileiro mais magro. Em 2020 tudo ficou mais caro. A carne suína subiu 29,5%; o frango (17,1%); a carne bovina (16,2%); e o ovo (11,4%). Nos últimos 12 meses a alta chegou a 43,92%. O botijão de gás já subiu 57% durante o governo Bolsonaro e chega a R$ 125 em alguns locais. As contas de luz também dispararam. Somente no mês passado, o governo reajustou a bandeira vermelha, a mais cara cobrada sobre a conta, em 20%.

 

O Brasil de volta ao Mapa da Fome

O Brasil havia saído do Mapa da Fome, em 2014. Com Bolsonaro, quase 50 milhões de brasileiros passam fome ou não comem o suficiente. O número de pessoas em insegurança alimentar grave (7,5 milhões ) é quase o dobro do que se verificava entre 2014 e 2016, quando 3,9 milhões de brasileiros passavam por essa situação.

 

Desemprego recorde

A Taxa de desemprego bate recorde, vai a 14,7% e atinge 14,8 milhões de trabalhadores. A informalidade chegou a  39,8% da população ocupada, ou 34,2 milhões de trabalhadores informais, fazendo bicos para sobreviver. A taxa de desalentados  pessoas que desistiram de procurar emprego depois de muito tentar, atingiu 6 milhões de trabalhadores.

 

Corte no auxílio emergencial

Bolsonaro reduziu a quantidade de pessoas com direito ao auxílio emergencial  e o valor do benefício. Passaram a receber apenas pessoas que moram sozinhas (R$ 150 por mês), as mulheres chefes de família (R$ 375 por mês) e as famílias com mais de duas pessoas (R$ 250 a cada mês).

 

Fim da Política de Valorização do Salário Mínimo

Com o fim desta política, aposentados e pensionistas não terão mais aumento real. Neste ano, o piso nacional (R$ 1.100) ficou abaixo da inflação, com reajuste de 5,26%, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior foi de 5,45%. O reajuste previsto para 2022 é de 4,3% sobre o valor atual, mais de duas vezes menor do que o INPC acumulado em 12 meses, que está em 9,22%.

 

Corrupção no Ministério da Saúde e Rachadinhas da família Bolsonaro

As denúncias de compra de vacinas Covaxin e Astrazeneca em que funcionários e militares que atuam no Ministério da Saúde pediram propina para negociar a compra, mostra do que ao contrário do que diz o presidente, há casos de corrupção dentro do seu governo. E Bolsonaro foi alertado da corrupção e nada fez. Além do senador, Flávio Bolsonaro, acusado de promover a rachadinha em seu gabinete quando era deputado estadual do Rio de Janeiro, agora é o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, que é denunciado pela prática de pedir devolução de parte de salários dos seus assessores, quando era deputado federal.

 

Reforma da Previdência e Reforma Administrativa (PEC nº 32)

A reforma da Previdência, em 2019, aumentou o tempo de contribuição; reduziu o valor a ser recebido; viúvas só receberão 60% do benefício e seus filhos 10% cada um; obrigou a uma idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, e determinou que o teto do benefício seja pago somente após 40 anos de contribuição, além de diversas maldades. A proposta do governo é o desmonte do serviço público para que, sem pressão da sociedade, o governo passe para a iniciativa privada tudo que hoje é gratuito, como a educação, a saúde, a previdência, a segurança, as estatais e os órgãos de controle que fiscalizam o próprio governo.

 

Destruição do Meio Ambiente

O desmatamento na Amazônia cresceu 70% no governo Bolsonaro, somente entre 2018 e 2019. Já em 2020, os  focos de incêndio aumentaram 30%.

 

Cortes no SUS e na Educação e desmonte do INSS

O Orçamento da União de Bolsonaro para o ano que vem, corta até R$ 36 bilhões dos recursos para a saúde. O Ministério da Educação teve R$ 2,7 bilhões bloqueados no orçamento deste ano, o equivalente a 30% do total bloqueado de todas as Pastas. A fila de espera dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chega a quase 2 milhões, mas o governo Bolsonaro não repõe nem a metade dos servidores do órgão que se aposentaram nos últimos anos. Em compensação, o governo contratou três mil militares  (sua base de apoio) para o INSS, que hoje cumprem funções de estagiários, sem que a população seja beneficiada com os gastos salariais que recebem.

 

Carteira Verde e Amarela e o fim vale do refeição e alimentação

O governo não desiste de implantar a Carteira Verde e Amarela que prevê a contratação de jovens de 19 a 29 anos e pessoas maiores de 55 anos, com menos direitos, como FGTS menor, entre outros benefícios. A medida pode fazer com que empresas troquem os trabalhadores por outros com menor ganho. Outra medida do governo é acabar com os vales refeição e alimentação.

 

Privatização da Eletrobras e do saneamento

A venda da Eletrobras deve prejudicar 99,7% da população brasileira com o aumento nas constasde energia elétrica. Bolsonaro sancionou a lei que estabeleceu um novo marco regulatório para o saneamento básico do país, o  que facilita a privatização do setor. Para especialistas, as consequências para a população serão tarifas mais caras, menos investimento em tratamento de esgotos, mais desperdício de água e aumento de doenças decorrentes da falta de saneamento básico.

 

Defesa do voto impresso

Bolsonaro usa a defesa do voto impresso como estratégia para se manter no poder. Sem comprovar que as urnas eletrônicas são passíveis de fraude, Bolsonaro ameaça a democracia, dizendo que as eleições presidenciais do próximo ano podem não ser realizadas e que se este tipo de votação for mantida ele sai da disputa eleitoral, atiçando assim seus seguidores contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Ataques à cultura

A lista de ataques ao setor cultura por parte de Bolsonaro é imensa. Usando o fundamentalismo religioso e discurso moral como justificativa, ele acabou com o Ministério da Cultura; Em seu primeiro ano de governo cortou orçamento e deixou de investir mais de R$ 700 milhões no setor.

 

Ataques racistas e homofóbicos

Além de ofender pretos e pretas, Bolsonaro ofendeu os indígenas, mulheres, gays… Esta é mais uma lista interminável de atitudes preconceituosas do presidente da República.

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