Alerta de golpe! Bolsonaro quer dar reajuste a servidor para aumentar sua popularidade

Oportunismo eleitoreiro. Assim pode ser definida mais uma manobra do governo Bolsonaro.          De olho nas eleições de 2022 e pretendendo aumentar sua popularidade, o genocida agora pretende dar um reajuste de 5% para os servidores. Os servidores estão com os salários congelados até o final deste ano, depois que o Congresso Nacional aprovou uma lei enviada pelo governo federal. Para 2022, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias autoriza o reajuste, mas a proposta de 5%,  além de indecorosa é totalmente oportunista e não resolve a situação da categoria, cujas perdas somam mais de 30% que a desde 2017.

O SINDSEP-MG, juntamente com a Condsef/Fenadsef e demais entidades representativa dos servidores repudia essa atitude enganosa do governo. Cerca de 90% dos mais de 1,2 milhão de servidores do país estão com salários congelados. É zero por cento de reajuste, zero benefício, zero no reajuste do vale alimentação, enquanto a inflação atinge índices alarmantes.

Em março deste ano, o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais – Fonasefe – enviou ao Ministério da Economia um ofício com as reivindicações da categoria, mas que até agora não obteve nenhuma resposta.

Ataques e mais ataques

Desde que Bolsonaro assumiu o poder, os ataques ao funcionalismo público  são praticamente diários. Além de não dar reajustes salariais, o governo aprovou a reforma da Previdência, apresentando dados falsos ao Congresso Nacional ao inflar em R$ 46,9 bilhões a despesa com aposentadoria dos servidores civis e baixou artificialmente em R$ 45,47 bilhões o rombo com a aposentadoria e benefícios dos militares das Forças Armadas. O governo federal incluiu no cálculo despesas que não deveriam estar na conta como gratificação por cargo em comissão, adicional de insalubridade e férias, por exemplo, dos servidores civis.

Os servidores querem reposição salarial sim. Mas querem também a reabertura dos concursos públicos, aumento da contrapartida dos planos de saúde e, sobretudo, o cancelamento das discussões sobre a PEC 32/20, da reforma administrativa, cuja alegação é “modernizar” o serviço público, mas que significa o fim dos serviços públicos para a população que mais necessita.

Não caia em mais esse golpe! Fora Bolsonaro!

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