SINDSEP-MG realiza pedágio em Belo Horizonte para esclarecer população sobre os perigos da Reforma Administrativa

Hoje, o SINDSEP-MG, o Fórum de Mineiros e a Frente Mineira em Defesa do Serviço Público, realizaram um “pedágio educativo” em 22 pontos de Belo Horizonte, dentre eles, as principais ruas e avenidas da cidade e também nas Praças Sete e da Estação. Durante o pedágio foram distribuídos kits de proteção individual com máscara e álcool gel. O objetivo do pedágio é dialogar com a população sobre a necessidade de cumprirmos as medidas preventivas para evitarmos a contaminação tais como a vacinação, o uso de mascaras, álcool gel, isolamento social, e sem aglomerações.

Além dos kits de proteção individual foi distribuído também um panfleto mostrando a importância dos serviços públicos e dos servidores durante a pandemia da Covid 19, bem como o perigo da reforma administrativa, que se aprovada, vai acabar com os serviços públicos gratuitos como saúde, educação, creche, dentre outros. Com os serviços públicos privatizados, só quem puder pagar terá acesso. Por isso, é necessário aumentar a pressão para que os parlamentares votem contra a PEC 32/20!

VACINA SIM! SERVIÇOS PUBLICOS SIM! REFORMA ADMINISTRATIVA NÃO!

 Ato simbólico em Ouro Preto

No dia 21/04, os diretores do SINDSEP-MG, José de Arimatéia, Jussara Griffo, Sânia Barcelos, além do delegado sindical do Iphan, João Santana e dos funcionários do sindicato, Jones Pinheiro e Weberton Gomes estiveram em Ouro Preto, onde realizaram um ato simbólico pela taxação das grandes fortunas, por mais saúde, mais educação, mais cultura, quebra das patentes das vacinas e, sobretudo, contra a reforma administrativa, que se aprovada, significará o fim dos serviços públicos gratuitos para a população!

Não bastasse, a pandemia jogou milhões de pessoas na pobreza, fez o desemprego crescer vertiginosamente, recolocou a fome como uma realidade e gerou um encolhimento das economias. Mas a crise também teve outro impacto: Para os bilionários do mundo e do Brasil, a pandemia foi sinônimo de um aumento ainda maior de suas fortunas. Vivemos uma situação insustentável e injusta com milhões de pessoas que perderam seus empregos, renda e dignidade, enquanto alguns poucos bilionários aumentam sua riqueza.

É importante instituir a cobrança do imposto sobre grandes fortunas que, além de melhorar a distribuição de renda, terá efeitos positivos em diversas outras áreas, como saúde e educação. No Brasil, predominam os impostos regressivos sobre os progressivos [paga mais quem ganha menos], perpetuando o desequilíbrio social. Para aliviar a extrema pobreza seria necessário contar apenas com 1% da renda dos 25% mais ricos do país.

Para o SINDSEP-MG, taxar grandes fortunas é necessário e urgente em nosso país para ampliar as políticas de distribuição de renda. O trabalhador não pode ser o único a ser penalizado.

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