Aprovar a reforma administrativa é o mesmo que privatizar a educação pública

I NÃO É REFORMA, É RETIRADA DE DIREITOS I

Mais de 60% do funcionalismo público é formado por professores, profissionais de saúde que atendem no SUS e policiais para garantir a Segurança Pública. Sabemos: esses profissionais não usufruem de benefícios e super salários. Todos dão tão duro quanto o povo brasileiro e sofrem, igualmente, com a falta de valorização de suas carreiras. Agora, a PEC 32/2020 aparece com a principal promessa de retirar a estabilidade dos servidores, que é o mesmo que dar um cheque branco a Bolsonaro para que este faça o que bem entender com os cargos públicos.

I O FIM DA EDUCAÇÃO PÚBLICA I

Sem estabilidade, já é possível imaginar a perseguição política e ideológica que sofrerão professores e pesquisadores de instituições públicas. Não haverá liberdade para trabalhar conteúdos em sala de aula. Não haverá espaço para pesquisadores rejeitarem as teses negacionistas Não haverá espaço para educação ou para ciência, pois ambos estarão amarrados a um governo de plantão. Com isso, quem perde é você e o país inteiro. E só quem ganha são os empresários bilionários que se beneficiarão da privatização de escolas e universidades públicas. Não é difícil de entender!

Não seja conivente com esse cenário. Para ontem: #DigaNaoAReformaAdministrativa

#SindsepMG #EuDefendoOServicoPublico #EuDefendoOBrasil

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