Aprovar a reforma administrativa é o mesmo que entregar o Brasil aos bilionários

A alteração no texto constitucional promovida pela PEC 32/2020 vai legitimar a criação de “parcerias” com empresas privadas, como as sociedades de propósito específico – SPE, de modo a validar sua atuação sem sujeição a regras de fiscalização e controle, e quaisquer outras formas “criativas” de relacionamento com o setor privado que possam ser justificadas sob o prisma de favorecer a “livre concorrência”. Portanto, a medida cria mais restrições à atuação do Estado e subordina o serviço público ao “livre mercado”.

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