Aprovar a reforma administrativa é o mesmo que acabar com o SUS

I NÃO É REFORMA, É RETIRADA DE DIREITOS I

Vendida com a premissa de “modernizar” a administração pública, a Reforma Administrativa, na verdade, vai sucatear completamente o serviço público, atingindo assim os principais setores: como a saúde. As garantias orçamentárias, previstas na Constituição Federal para o Sistema Único de Saúde, não precisarão mais ser cumpridas, pois as alterações constitucionais, propostas na PEC 32/2020, desvinculam, desobrigam e desindexam o gasto público, além de submeter o orçamento à dívida pública e não às necessidades da população

I O FIM DO SAÚDE PÚBLICAI

Não há maior ironia do que o envio dessa tentativa de retirada de direitos em meio à pandemia de Covid-19. Mais do que nunca, está evidente: sem o SUS a população brasileira estaria abandonada se dependesse do atual governo, o qual não gastou nem um terço do orçamento liberado pelo Congresso. Agora, se já não bastasse o congelamento de gastos públicos imposto pela EC 95, a saúde pública se tornará completamente inviável. E é justamente esse o objetivo do governo: tornar ineficaz para vender o que é nosso a um grupo de bilionários. Não é difícil de entender que o grande prejudicado nessa história é o cidadão, que deixará de contar com serviços que lhes são garantidos constitucionalmente.

Não permita esse retrocesso, essa volta ao passado. Diga #NaoAReformaAdministrativa

#SindsepMG #EuDefendoOServicoPublico #EuDefendoOBrasil

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