SINDSEP-MG luta para garantir direitos dos servidores e empregados públicos durante a pandemia

O SINDSEP-MG, mesmo durante a pandemia, vem mantendo contato constante com os órgãos federais e empresas públicas buscando a garantia dos direitos tanto para os servidores quanto para os empregados públicos.

Desde o início da pandemia o SINDSEP-MG tem enviado reiterados ofícios solicitando o atendimento de uma pauta emergencial para os trabalhadores que estão atuando na linha de frente do combate ao coronavírus: Exames para todos os profissionais que continuam trabalhando durante a pandemia, a garantia de afastamento para os (as) trabalhadores (as) cedidos com idade acima de 60 anos e portadores de doenças graves, o pagamento imediato da insalubridade grau máximo para aqueles (as) que não estão recebendo e fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPI).

No entanto, entre todos os itens da pauta, o único retorno por parte do Ministério da Saúde foi em relação à avaliação de desempenho. A Coordenação-geral de Gestão de pessoas – (COGEP/SAA/SE/MS) solicitou às entidades representativas – SINDSEP-MG e Condsef/Fenadsef) que informasse aos servidores do Ministério da Saúde/Funasa que o 10º Ciclo de Avaliação de Desempenho está suspenso enquanto perdurar a declaração de Emergência em saúde pública de importância nacional (ESPIN) decorrente do coronavírus (Covid-19).

É, no mínimo, irresponsável, que em um momento como esse em que estamos vivendo, em que os profissionais arriscam suas próprias vidas, diariamente, para cuidar e proteger a população, que a única resposta seja em relação à avaliação de desempenho!

O SINDSEP-MG exige o cumprimento imediato dos demais itens da pauta emergencial apresentada!

 

Pagamento dos servidores do Ministério da Saúde

O problema em relação ao pagamento dos servidores do Ministério da Saúde foi provocado por um erro de processamento na Caixa. A previsão é de que a situação seja regularizada ainda no dia de hoje (05/05). Caso o problema não seja resolvido, os servidores (as) devem entrar em contato com o Sindicato para que possamos pressionar o Ministério da Saúde a resolver essa situação.

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